Esse foi meu primeiro, e precário, "unboxing". Fiz aqui um "unboxing" e um pequeno "review" do relógio/GPS da Garmin, o Forerunner 235, que mede a frequência cardiáca pelo pulso (sem cinta). Veja como ficou (e me desculpem antecipadamente).
sábado, 11 de março de 2017
quinta-feira, 9 de março de 2017
Diário de um ciclista/corredor: evolução do treinamento
Se alguém me dissesse, há alguns anos, que um dia eu estaria correndo 50 km por semana, sem estar fugindo da policia ou participando de "Forrest Gump 2", eu diria que essa pessoa havia enlouquecido. Mas o fato é que na semana passada foi assim. Havia dito que o meu treinador tinha aumentado o volume de treinos de corridas, o que nessa fase do treinamento é fundamental. Em termos técnicos, estou no macrociclo preparatório, mesociclo de preparação geral e microciclo treino de base 1. Estou na 5a semana de treinos e os volumes semanais foram: 28, 31, 24, 51 km e esta serão 43 km. Era para ser uma rampa crescente de volumes de treinamento se não fosse as competições que estou participando (foram duas até aqui). As "quedas" na terceira e nesta semana dos volumes foram nas semanas pós-competições, em que tive 1-2 dias de folga. Cansar...cansa, mas a cada semana um novo desafio se põem a minha frente, mas no domingo eu o vejo pelo "retrovisor" e isso me dá um barato, uma satisfação. Tenho conseguido progredir e superar o cansaço e as dores e tenho testado os meus limites em base diária. Ao meu lado eu tenho a minha força de vontade e a minha disciplina, contra mim o fato de eu ter iniciado no esporte tardiamente e a idade (isso é bem relativo, mas eu não estou ficando mais jovem. Isso é fato). O objetivo é completar a minha primeira meia maratona no mês em que completo os meus 41 anos (maio). Já garanti que não tem mais volta: me inscrevi na Asics Godem Run (Salvador), comprei as passagens, um par de tênis mais apropriados, reservei o hotel e estou treinando duro e focado. Postarei aqui o desenrolar dos fatos, as minhas impressões e qualquer coisa que esteja relacionada. Semana que vem já tem uma outra prova preparatória: a 3a corrida de montanha da Serra da Santa. Vamos lá. Me acompanhem. Até lá.
segunda-feira, 6 de março de 2017
Meia Maratona da Fruticultura Irrigada: eu fui e foi ótima!
Domingo foi dia de uma prova de corrida estilo "off-road", a primeira Meia Maratona da Fruticultura Irrigada. Foi uma prova muito bem organizada, que ocorreu no projeto irrigado N3, em trilhas que passavam por vários cultivos diferentes. Correr e ver parreirais, plantações de maracujá, coqueirais como pano de fundo enquanto mais de 500 pessoas passavam correndo, me proporcionou uma sensação muito boa de liberdade e alegria. Haviam duas provas, com percursos diferentes: 21 km e 7 km. Essa prova fazia parte de minha planilha de treinos e me inscrevi na prova com o percurso de 7 km. No sábado, havia feito um treino longo de 12 km e assim a prova seria uma espécie de regenerativo, pois o meu treinador disse que eu deveria fazer a prova em um ritmo mais comedido. Parêntese aberto! Como havia dito, eu tive a infelicidade de"quebra"no treino de quarta por isso eu tinha sérias dúvidas se seria capaz de cumprir com o treino de sábado e com a corrida no domingo. Mas, seguindo as orientações do treinador (massagens, alongamentos, repouso, etc.), que eram para eu me concentrar na minha pisada, realizei o treino de sábado (o mais longo até aqui) de forma prazerosamente e sem dores. Foi muito boa a sensação de dever cumprido. Enfim, depois do sábado estava novamente confiante de que daria para fazer uma boa corrida no domingo. Parêntese fechado, de volta a prova. Corri os 7 km ao lado de minha esposa, no ritmo dela, e foi momento muito legal para mim, pois nas provas em que participamos ou eu estava em correndo em uma distancia diferente da que ela ou corria no meu ritmo e ela no dela. Pela primeira vez desde que começamos a correr, corri ao lado dela do inicio ao fim da prova. Como eu disse, foi uma prova muito boa. Quando completamos a prova, havia sido montada uma excelente estrutura com muita comida (muitas variedades) e bebida (também com muita variedade, tínhamos água, sucos, água-de-coco e até caldo de cana), alem de frutas, tendas com massagistas, profissionais da área de saúde e muito mais. Uma das provas de melhor organização que eu já competi. Enfim, fica aqui um vídeo-resumo de como foi. Assistam, compartilhem e comentem. Daqui a duas semanas tem uma corrida de montanha e estaremos lá também. Não percam.
quinta-feira, 2 de março de 2017
Diário de um ciclista/corredor: QUEBREI!
Essa semana, meu treinador decidiu aumentar o meu volume de treinos de corrida e eu adorei a idéia, pois com um volume de 50 km semanal eu, decididamente, iria desafiar os meus limites e estabelecer um novo patamar para eles. Mas deu ruim! Nada de errado com o aumento de volume, meu treinado seguiu o programa clássico, o problema foi um certo conjunto fatores. Desde do início das minhas corridas, eu sabia que estava com uma pisada muito errada e um dos motivos para eu procurar uma acessória esportiva era justamente corrigir essa pisada (supinada, com primeiro contato no solo com o calcanhar). Assim, tanto nos treinos educativos como nas minhas corridas, estou tentando corrigir a minha pisada e tenho tido algum progresso. Digo isso, pois tenho feito vídeos em câmera lenta de minha corrida para verificar como o pé está tocando o chão e os tenho comparado com vídeos feitos na minha avaliação inicial, realizada pelo meu treinador. O problema é que eu, antes de estar sob os cuidados dele (meu treinador), comprei um tênis com correção de pisada (um grande erro). Só depois eu descobri que o ideal era ter comprado um tênis com pisada neutra e tentar corrigir a postura e técnica de corrida, que é o que é sugerido pela grande maioria dos treinadores, devagar e com cautela. Então, como eu disse anteriormente, acho que o problema residiu em um conjunto de fatores: tênis "corrigindo" a pisada supinada + eu tentando corrigir a queda do pé (toque de calcanhar para toque com o meio da sola do pé) + aumento do volume, tudo de uma vez só. O conjunto da obra me fez sentir muitas dores (musculares/articulares/outras) e não consegui terminar treino como estava planejado. Fiquei muito frustado (no momento que ocorreu). Via as pessoas correndo e se afastando de mim, enquanto eu ficava para trás sem conseguir correr para acompanha-las. Depois de um tempo, eu percebi que aquilo faz parte da experiência de correr, de treinar, de competir, de superar os meus limites. Quebrei, mas afinal de contas eu sou humano, era de se esperar. Porém, minha obstinação é maior que os desafios e, assim, é só questão de tempo até eu conquista-los. Meu treinador já me orientou e agora é só fazer aquilo que tem que ser feito. Agora é descansar, fazer massagens e me recuperar para continuar os treinos. Continuo curtindo muito esse momento. Até mais.
Cara de quem está com dores, mas queria continuar.
domingo, 26 de fevereiro de 2017
Diário de um ciclista/corredor: os treinos continuam (e eu estou gostando)
Os treinos estão de vento em popa. Tenho treinado regularmente e foi bom voltar às atividades em sua plenitude. Tenho treinado seis dias por semana, sempre intercalando treinos de corrida e de bike. Como na corrida estou em treinamento de base, focado na melhoria do condicionamento aeróbico, procuro fazer o equivalente na bike. A ideia aqui é realizar treinos de maior volume (distância/tempo) e menor intensidade (Z2/Z3). Para terem uma ideia, na semana passada foram 42 km corridos, com direito a uma prova no domingo (Trekking Velho Chico). Porém, correr mais significa menos tempo pra bike e com ela só pude pedalar por 67km. O treino de bike, como eu disse, também acompanha o treino de corrida, então estou fazendo de 60min a 90 min em Z2 (60-69% da FCmax). Nesta semana corri 23 km, pois o treinador me dispensou de segunda a quarta para descansar da prova. Assim, essa semana fiz um pouco mais de bike, já que com ela é basicamente descanso ativo, foram 80 km cravados. No carnaval...tem treino sim senhor e segundo o chefe: "Vamos aumentar o volume de treino mais ainda." Isso significa que levou correr mais e pedalar menos essa semana carnavalesca. Daqui a duas semanas tem uma corrida e duas semanas depois desta temos mais outra. Segundo meu treinador, essas corridas serão usadas como treino de maior intensidade. Vamos ver no que vai dar. Vamos com tudo neste ano.Até mais.
domingo, 19 de fevereiro de 2017
Trekking do Velho Chico: primeira etapa
Iniciando o calendário de competições deste ano, começamos pela primeira etapa do campeonato de corrida de orientação "Trekking do Velho Chico". Na verdade eu não iria correr essa prova, pois estava no inicio do meu ciclo de treinamento, mas de última hora uma equipe Pelaskdo ficou desfalcada e meu treinador (Felipe) me convidou a entrar pro time. O nome da equipe que eu comporia é PelaskdoTPM, três "meninas". Começamos a nos comunicar pelo WhatsApp, combinando como seria, do que precisávamos, etc. Conheci as minhas companheiras (duas delas) no briefing, na noite da sexta, e hoje conheci a última. Turma muito boa, gente muito divertida e positiva. Foi um prazer correr com elas. Conseguimos completar bem a prova, batendo todos os PCs, com um tempo bom para nossa primeira aventura. Outras virão. Fiquem com um vídeo resumo. Continuem acompanhado.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
Diário de um ciclista/corredor: agora sim, vai!
"Estamos de volta em definitivo”. Recebi a minha planilha de treinos semanal no domingo e vi o que me aguardava. Fiquei mais uma vez satisfeito ao receber plano semanal e perceber que ele foi feito com muita atenção e profissionalismo. De segunda até o domingo tenho o que fazer, entre treinos de corrida e sessões de alongamento. Segunda foi dia de alongar. Eu devo ter engolido uma barra de ferro, pois minha flexibilidade é quase nula, mas mesmo assim fiz o meu melhor. Na terça foi dia de correr. O planejado era 1,5 km em Z1 (aquecendo) + 3,5 km em Z3 + 1,0 km em Z2 (arrefecimento), totalizando 6 km. Confesso que deu trabalho para obedecer as zonas de frequência cardíacas, quase sempre dava uma escapulida para cima. A dificuldade de me manter dentro na zona preestabelecida é devida em parte pelo condicionamento físico precário em que me encontro e parte porque eu nunca havia corrido verificando a minha FC antes (durante as corridas). Corria o que dava, quando dava. Na bike é bem mais fácil controlar a cadência dentro de uma dada zona, mas correndo, o nível de esforço é outro, ficando mais complicado controlar o pace em consonância com a zona. Bom, quarta foi 1,5 km em Z1 (aquecendo) + 3,0 km em Z3 + 0,5 km em Z2 (arrefecimento), totalizando 5 km e assim vai ser durante essa fase inicial, onde objetivo é a melhoria no condicionamento aeróbico. Depois dos treinos envio o link da atividade com os dados do desempenho, bem como os valores de PA (pressão) de antes do exercício e depois e o feedback de como me senti durante o treino. Gostei muito da metodologia. Essa semana ainda tem corrida na quinta e no sábado, sendo que essa última corrida da semana com acompanhamento presencial. O total semanal será de 28 km de corridas. Nem preciso dizer que estou empolgado e motivado para entrar nos eixos da disciplina “corrida”. Em breve a bike entra no cenário. Essa semana o cronograma de pedaladas ficou comprometido, mas espero que semana que vem as coisas melhorem. Vamos em frente.
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