Passando aqui para apenas relatar que após a minha participação no "3° Desafio Sertão de MTB (XCM)", na cidade de Cajazeiras-PB, que foi uma prova muito massa, o próximo desafio é o "3° Pró Bike" em Senhor do Bonfim-BA, uma outra prova de XCM. Os treinos continuam. Dessa vez farei uma prova de corrida antes da prova de XCM, a "Wine Run", do circuito Caixa Econômica Federal de corridas, assim tenho que intercalar os treinos de corrida e de MTB durante a semana. Durante a semana, estou treinando 2x corrida e 4x MTB. Depois vou postar um vídeo mostrando como é uma típica semana dessas de treino. A ideia aqui é mostrar que é possível, para um atleta amador e já quarentão, treinar com foco e treinar bem. Já os resultados, bem, esses dependem de cada biotipo, o meu desenvolvimento é lento, assim meus objetivos são sempre "me superar", e assim tenho feito. Fica aqui um rápido vídeo, treinando em um circuito de XCO literalmente ao lado da minha casa. Cada volta tem 2 km. É um bom treino para quem está com pouco tempo disponível e não quer se afastar da cidade. Dar-se quantas voltas for do agrado do ciclista. Aproveitem.
terça-feira, 23 de agosto de 2016
domingo, 21 de agosto de 2016
3° Desafio Sertão de MTB
Pura superação pessoal: assim definirei a minha
participação no 3° Desafio Sertões de MTB, minha primeira participação em uma
prova de “Cross Country Marathon” (XCM). A prova se fez na cidade de
Cajazeiras-PB, cidade onde morei por dois anos antes de vir para Petrolina-PE.
Eu estava buscando, no site da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC),
algumas provas de XCM para participar, num raio de até 500 km daqui, e me
deparei com essa em Cajazeiras. Queria experimentar essa modalidade, queria
tentar algo novo para mim, pois aqui em nossa região o carro chefe são as
corridas de aventura. De imediato fiz minha inscrição, na categoria oficial
Master B1 (40 a 45 anos), e comecei a fazer os planos para o treinamento e a
viagem. Eu tinha 6 semanas para treinar e de cara percebi que os treinos de
subida seriam um problema. A prova teria uma altimetria acumulada de aproximadamente
600 m, em um percurso de 60 km, e aqui, na nossa região, carecemos de desníveis
para os treinos, o terreno aqui é muito plano. Só para terem ideia, aqui se
anda uns 40-60 km, em quase todos os percursos que temos, para se ter um pouco
mais de 100 m de altimetria.
O único local que pode ser usado para treinar é a Serra da Santa, uma pequena elevação (menos de 150 m), que está afastada da cidade alguns quilômetros. Durante os treinos da semana, eu não conseguiria ir treinar na Serra da Santa, pois o tempo que tenho é escasso e mesmo que eu tivesse o tempo necessário seria preciso ir de carro para lá, fazer o treino e voltar, deixando assim a minha esposa sem o carro da família (imaginem só o problema). Fiz um plano de treino onde eu usaria areal como simulador de subida, treinando em uma marcha leve, mas sabia que não seria o suficiente. O treinamento segui os padrões normais: começaria com treinos com intensidade moderada, seguiria para treinos de maior intensidade, treinos técnicos e por fim treinos leves antes da prova. O plano de treino não era o ideal, mas era o que eu tinha e segui-o à risca. Sabia que na prova era onde eu sentiria o quão ele não era o ideal, mas resolvi aceitar o desafio de pelo menos completar o percurso, independente da colocação.
A prova era no Dia dos Pais, domingo, 14 de agosto, e resolvi levar a minha família para me prestigiar. Seria o meu maior presente do Dia dos Pais ter meu filho lá me esperando no pórtico de chegada. Treino feito, bike revisada, malas prontas e tudo mais, então era a hora de viajar. Cheguei no sábado, me hospedei e fui à noite para o congresso técnico, pegar meu kit de atleta e me confraternizar com os demais competidores. Conheci muita gente interessante e até um ciclista que havia sido campeão da Master C no Brasil Ride de 2014, um cara super gente boa. No domingo, acordei cedo, tomei café, me aprontei e fui para o local da largada. Estava muito ansioso e não podia ser diferente, pois eu estava eu lá, no meio de gente que era do local e conhecia muito bem o trajeto, gente que já competia XCM há algum tempo, atletas que disputavam o campeonato Paraibano (a prova era oficial e pontuava para o mesmo) e até campeões do Brasil Ride (a prova mais dura de MTB do Brasil). Era a minha primeira prova de XCM e eu sabia que não estava preparado para ela, mas era onde eu queria estar e o que eu queria fazer. A largada deu-se no horário marcado e eu havia escolhido largar no final do pelotão, para evitar o tumulto e quedas, e lá permaneci até o final da competição. Eu ultrapassei alguns poucos competidores, na maior parte ciclistas com problemas mecânicos e com furos nos pneus, mas outros eu passei por conseguir andar um pouco mais rápido, mas depois eles me ultrapassavam novamente e assim se seguia. Percebi que a minha Scott Spark (full suspension) me dava vantagem nas descidas e assim eu os ultrapassava, mas na subida (logo ali na frente) eles voltavam a me passar (minhas pernas não me permitiam subir naquela velocidade). Teve um momento que foi até estranho, eu fui ultrapassado por uns competidores que eu não me lembrava de tê-los ultrapassados. Eu pensei “como é que eu passo dois e quatro me ultrapassam? ”. Me diverti imaginando a resposta para àquela questão. Por fim, num dado momento da prova, eu fiquei sozinho, por já ter deixados os que passei para trás ou porque eles já haviam me passado e não restava mais ninguém, e assim foi até o fim da prova: eu, eu mesmo e minha bike. Por incrível que pareça, eu tinha um sorriso já armado nos lábios, para usá-lo no final, ao passar na linha de chegada. Enfim, após exatas 3 horas, 59 km, 619 m de altimetria e 2.839 calorias consumidas, eu passei no pórtico e completei a prova. Foi um pouco decepcionante, só um pouco, pois não havia quase ninguém, todos já se encontravam na cerimônia de premiação ou já estavam arrumando as bikes e indo embora, mas já era esperado. Não esperariam pelo sorriso vitorioso de quem chega por último. Mesmo chegando em último lugar em minha categoria (se não no geral) eu tentei subir no pódio, para uma foto, mas ele ainda estava sendo usado para a cerimônia de premiação e estava cansado demais para esperar. Havia dado tudo de mim (de verdade). Pedalei trechos com cãibras em ambas as pernas, em trechos de subida, mas sabia que se eu parasse talvez as pernas “travassem” de vez e eu não seria capaz de continuar. Eu não parei! Em um dado momento da prova, decidi que o meu desafio pessoal não seria a minha colocação e sim completar o percurso sem pôs os pés no chão, por nada desse mundo. Decidi que era proibido cair, fraquejar em subidas e empurrar a bike e assim foi. Também decidi que não havia espaço para receios. Assim, desci às ladeiras íngremes sem frear, algumas a 48 km/h, enfrentei os obstáculos sem pestanejar, usei toda a minha parca técnica para passar por todas as sessões com uma dificuldade mais elevada e não caí. Quando via uma subida a minha frente, humildemente esperava o momento certo e colocava a marcha mais lenta e subia a passos de tartaruga manca, mas subi todas. Meu ritmo cardíaco médio estava sempre alto, eu realmente estava no meu limite, na verdade eu o ultrapassei umas duas vezes, em umas subidas mais íngremes, e o Garmin marcou algo como 108% do máximo (meu novo recorde). Mesmo sofrendo, como nunca havia sofrido antes, em cima de minha magrela eu estava muito feliz em estar ali, em enfrentar aquele desafio, em me superar. Aquele era meu sofrimento e não abriria mão dele. A música me ajudou muito. Sei que não é indicado usar fones de ouvido em provas, pode ser perigoso, mas nesta eu decidi que meu Yurbuds iria comigo. Acho que foi uma decisão acertada. Findado tudo, encontrei meu filho e minha esposa, que me esperavam, dei um beijo em cada um, falei rapidamente de como havia sido a prova e decidimos ir para o hotel. Depois de um banho, muita reidratação e um descanso, coloquei a minha bike no carro e voltei para casa. Enquanto dirigia de volta pensava: “Bom, essa eu terminei. Agora vamos treinar direito para as próximas”. Fica aqui o meu relato e um vídeo que fiz da prova. Aproveitem.
O único local que pode ser usado para treinar é a Serra da Santa, uma pequena elevação (menos de 150 m), que está afastada da cidade alguns quilômetros. Durante os treinos da semana, eu não conseguiria ir treinar na Serra da Santa, pois o tempo que tenho é escasso e mesmo que eu tivesse o tempo necessário seria preciso ir de carro para lá, fazer o treino e voltar, deixando assim a minha esposa sem o carro da família (imaginem só o problema). Fiz um plano de treino onde eu usaria areal como simulador de subida, treinando em uma marcha leve, mas sabia que não seria o suficiente. O treinamento segui os padrões normais: começaria com treinos com intensidade moderada, seguiria para treinos de maior intensidade, treinos técnicos e por fim treinos leves antes da prova. O plano de treino não era o ideal, mas era o que eu tinha e segui-o à risca. Sabia que na prova era onde eu sentiria o quão ele não era o ideal, mas resolvi aceitar o desafio de pelo menos completar o percurso, independente da colocação.
A prova era no Dia dos Pais, domingo, 14 de agosto, e resolvi levar a minha família para me prestigiar. Seria o meu maior presente do Dia dos Pais ter meu filho lá me esperando no pórtico de chegada. Treino feito, bike revisada, malas prontas e tudo mais, então era a hora de viajar. Cheguei no sábado, me hospedei e fui à noite para o congresso técnico, pegar meu kit de atleta e me confraternizar com os demais competidores. Conheci muita gente interessante e até um ciclista que havia sido campeão da Master C no Brasil Ride de 2014, um cara super gente boa. No domingo, acordei cedo, tomei café, me aprontei e fui para o local da largada. Estava muito ansioso e não podia ser diferente, pois eu estava eu lá, no meio de gente que era do local e conhecia muito bem o trajeto, gente que já competia XCM há algum tempo, atletas que disputavam o campeonato Paraibano (a prova era oficial e pontuava para o mesmo) e até campeões do Brasil Ride (a prova mais dura de MTB do Brasil). Era a minha primeira prova de XCM e eu sabia que não estava preparado para ela, mas era onde eu queria estar e o que eu queria fazer. A largada deu-se no horário marcado e eu havia escolhido largar no final do pelotão, para evitar o tumulto e quedas, e lá permaneci até o final da competição. Eu ultrapassei alguns poucos competidores, na maior parte ciclistas com problemas mecânicos e com furos nos pneus, mas outros eu passei por conseguir andar um pouco mais rápido, mas depois eles me ultrapassavam novamente e assim se seguia. Percebi que a minha Scott Spark (full suspension) me dava vantagem nas descidas e assim eu os ultrapassava, mas na subida (logo ali na frente) eles voltavam a me passar (minhas pernas não me permitiam subir naquela velocidade). Teve um momento que foi até estranho, eu fui ultrapassado por uns competidores que eu não me lembrava de tê-los ultrapassados. Eu pensei “como é que eu passo dois e quatro me ultrapassam? ”. Me diverti imaginando a resposta para àquela questão. Por fim, num dado momento da prova, eu fiquei sozinho, por já ter deixados os que passei para trás ou porque eles já haviam me passado e não restava mais ninguém, e assim foi até o fim da prova: eu, eu mesmo e minha bike. Por incrível que pareça, eu tinha um sorriso já armado nos lábios, para usá-lo no final, ao passar na linha de chegada. Enfim, após exatas 3 horas, 59 km, 619 m de altimetria e 2.839 calorias consumidas, eu passei no pórtico e completei a prova. Foi um pouco decepcionante, só um pouco, pois não havia quase ninguém, todos já se encontravam na cerimônia de premiação ou já estavam arrumando as bikes e indo embora, mas já era esperado. Não esperariam pelo sorriso vitorioso de quem chega por último. Mesmo chegando em último lugar em minha categoria (se não no geral) eu tentei subir no pódio, para uma foto, mas ele ainda estava sendo usado para a cerimônia de premiação e estava cansado demais para esperar. Havia dado tudo de mim (de verdade). Pedalei trechos com cãibras em ambas as pernas, em trechos de subida, mas sabia que se eu parasse talvez as pernas “travassem” de vez e eu não seria capaz de continuar. Eu não parei! Em um dado momento da prova, decidi que o meu desafio pessoal não seria a minha colocação e sim completar o percurso sem pôs os pés no chão, por nada desse mundo. Decidi que era proibido cair, fraquejar em subidas e empurrar a bike e assim foi. Também decidi que não havia espaço para receios. Assim, desci às ladeiras íngremes sem frear, algumas a 48 km/h, enfrentei os obstáculos sem pestanejar, usei toda a minha parca técnica para passar por todas as sessões com uma dificuldade mais elevada e não caí. Quando via uma subida a minha frente, humildemente esperava o momento certo e colocava a marcha mais lenta e subia a passos de tartaruga manca, mas subi todas. Meu ritmo cardíaco médio estava sempre alto, eu realmente estava no meu limite, na verdade eu o ultrapassei umas duas vezes, em umas subidas mais íngremes, e o Garmin marcou algo como 108% do máximo (meu novo recorde). Mesmo sofrendo, como nunca havia sofrido antes, em cima de minha magrela eu estava muito feliz em estar ali, em enfrentar aquele desafio, em me superar. Aquele era meu sofrimento e não abriria mão dele. A música me ajudou muito. Sei que não é indicado usar fones de ouvido em provas, pode ser perigoso, mas nesta eu decidi que meu Yurbuds iria comigo. Acho que foi uma decisão acertada. Findado tudo, encontrei meu filho e minha esposa, que me esperavam, dei um beijo em cada um, falei rapidamente de como havia sido a prova e decidimos ir para o hotel. Depois de um banho, muita reidratação e um descanso, coloquei a minha bike no carro e voltei para casa. Enquanto dirigia de volta pensava: “Bom, essa eu terminei. Agora vamos treinar direito para as próximas”. Fica aqui o meu relato e um vídeo que fiz da prova. Aproveitem.
sábado, 30 de julho de 2016
Um passeio de fim de semana
Olá. As coisas aqui andam meio paradas, não é?! Bom, estou com uns projetos em andamento e por isso o Blog está sem novidades, mas prometo que voltaremos em breve com matérias, dicas e mais vídeos. Também estou treinando para um competição de XCM e aprendendo a editar os meus vídeos no Sony Vegas (o que não está sendo fácil) o que tem tomado tempo. Continuo pedalando e esse vídeo é a prova disso. Esse é meu primeiro vídeo (curtinho) editado no Sony Vegas. Foi uma passeio de 60 km, só para esticar as pernas. Assistam. Até breve.
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Novas Scott Scale RC e Scott Spark RC: feitas para vencer
Parece que é a época dos lançamentos no mundo das bikes. Desta vez foi a Scott que surpreendeu com a apresentação da sua "Hardtail" top de linha, a Scale 900 RC, e de sua "Full suspension", a Spark 900 RC. As duas bikes foram apresentadas no quartel-general da Scott, na Suíça. Essas duas bikes foram desenvolvidas com a ajuda do atual campeão mundial de MTB XCO o também suíço Nino Schurter, projetadas seguindo as exigências específicas do piloto de XCO. Essas duas maquinas serão utilizadas por Nino nas olimpíadas do Rio 2016.
Vamos a algumas das características dessas máquinas, começando primeiro pela Scale RC. Logo de cara falaremos sobre o quadro de fibra de carbono que é o mais leve do mercado, pesando apenas 849 g (tamanho M). Além disso houveram modificações no design e na geometria do quado, proporcionando maior rigidez, manobrabilidade e conforto. A cone da caixa de direção está mais curto para "abaixar a frente da bike" em uma posição mais agressiva e que favorece as subidas.
A gancheira está integrada ao ponto de inserção do eixo e o "chainstay" está mais curto. Essa "hardtail" será equipada exclusivamente com um sistema de 1x12 (10-50) velocidades, o famoso Sram XX1 Eagle. A suspensão é por conta da FOX e para isso as bikes são equipadas com, nada mais, nada menos, que a nova FOX 32 Step-Cast (SC), a suspensão mais leve do mercado (com 1.345 g). Essa suspensão possui as tecnologias mais modernas da FOX, como o sistema FIT4 com três ajustes (Climb, Trail e Descend), camara de ar com a possibilidade de mudança na progressividade de compressão, revestimento Kashima e eixo 15x110 mm tipo Boost.
A Spark RC é um show a parte, uma arma para liquidar com os competidores no XCO/XCM. Além de tudo o que foi descrito, em termos de equipamentos para a Scale (câmbio XX1 Eagle e FOX 32 Step-Cast), a "full suspension" ganha um sistema de suspensão traseira completamente novo.
O novo triangulo traseiro é feito de uma peça só de carbono e novo sistema de "shock" traseiro, o "Metric Trunnion Mount", associado ao novo "link" do pivô (Rocket link), permitem uma maior progressividade na compressão da suspensão (uma FOX NUDE) e uma melhor absorção de pequenos impactos, garantindo uma melhor leitura do terreno, enquanto que reduz o efeito "bobing" ao pedalar.
De uma forma geral, os sistema de amortecimento traseiro está muito melhor (muito mesmo) que o anterior, sendo especialmente desenhado para sistemas de transmissão de uma única coroa. Além de tudo isso, a Scott possui o exclusivo sistema "TwinLock" que comanda simultaneamente as duas suspensões (dianteira e traseira), alternando entre os modos Climb-Trail-Descend (suspensão travada, com curso de 70% do máximo e curso de 100%, respectivamente) o que dá ao ciclista a possibilidade de adequar o comportamento do amortecimento da bike para as diferentes condições do terreno a sua escolha. Segundo o próprio Nino: “A nova Spark vem pronta para competir no mais alto nível. Eu não poderia querer no momento uma bike mais perfeita. Ela é inacreditavelmente leve e rígida, me proporcionando a sensação de eficiência de uma hardtail. O comportamento desse novo quadro se encaixa perfeitamente ao meu estilo de pilotagem, pois a nova cinemática proporciona amortecimento mais eficiente e progressivo. A suspensão é mais sensível no início do curso e se torna mais estável do SAG em diante com a progressão do curso final perfeita para o XCO”.
Nova Scott Spark
A nova Spark foi o fruto de mais de três anos de desenvolvimento, dentro dos laboratórios da Scott e fora deles (nas pistas de XCO), e é uma nítida evolução de sua antecessora, sobretudo em termos de cinemática do amortecimento traseiro, rigidez e peso.
Eu, como um feliz proprietário de uma Spark 950 2015, fico aqui imaginando as diferenças entre pilotar o novo modelo em relação ao anterior (por enquanto vou só imaginando mesmo).
Antiga Scott Spark
Bom, decididamente eu já sei o que quero ganhar de presente de natal. Mas, infelizmente, terei que planejar bem as finanças para que, talvez, no natal de 2018 eu consiga uma dessa (Spark 900 RC 2017) para mim. Até lá vou pedalando com a que já possuo, uma Scott Spark 950 2015.
terça-feira, 21 de junho de 2016
Focus F.O.L.D.
A alemã FOCUS, uma das melhores marcas de bikes do mundo, lançou um novo sistema de "link" para suspensão traseira que promete revolucionar o mercado. Estamos falando do sistema F.O.L.D ou Focus Optimized Linkage Desigh. O sistema funciona com um "link" dentro do outro. Enquanto um "link" faz a suspensão absorver pequenos impactos o outro cuida dos grande impactos. Além disso, a ligação entre os dois "links" permite que o triangulo traseiro da bike tenha um meio termo entre a rigidez lateral e complacência, permitindo um ajuste dinâmico nas curvas fechadas nas trilhas, mantendo sempre a aderência. Vejam como é o F.O.L.D. neste vídeo.
segunda-feira, 20 de junho de 2016
Trilha do Irmão Edilson
Mais uma vez o pedal do sábado foi pelas bandas de Mandacarú-BA. Ao chegarmos em Juazeiro-BA o Irmão Edilson, nosso sempre sorridente e prestativo anfitrião, já estava nos esperando para nos acompanhar até a comunidade do Mandacarú. O destino foi uma trilha muito legal que apelidamos, cariosamente, de a "Trilha do Irmão". É uma trilha de 4,5 km muito legal de ser feita. Muito divertida. Deixo aqui dois vídeos, um com uma volta completa na Trilha do Irmão e o outro um versão pequena musicalmente embalada para que vocês possam conferir como é por lá. Quem tiver interesse em conhecer, o Irmão Edilson dos Santos terá prazer em levar a turma para lá. Aproveitem, pois nós aproveitamos muito.
Versão curta
Versão completa
domingo, 22 de maio de 2016
Pedal em Madacarú-BA
Mais um fim de semana e mais um pedal. desta vez foi para a comunidade de Mandacarú-BA. A trilha é leve e sem dificuldades, ideal para iniciantes. Confira como foi neste vídeo.
Assinar:
Postagens (Atom)


















